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Crise de energia eléctrica está de volta a São Tomé

Leya

 

A crise eléctrica promete continuar a ser cíclica e sem uma resolução à vista. O seu fornecimento pela empresa EMAE, ganhou novamente protagonismo no país particularmente pela sua ausência, os cortes de energia eléctrica tornaram-se nos últimos tempos constantes, tendo a empresa anunciado oficialmente um plano de corte durante quatro horas por dia, durante tempo indeterminado.

 

“Avaria num dos grupos geradores” da central eléctrica do país é o motivo alegado pela empresa de electricidade, segundo a Agência Lusa. Apesar das várias possíveis soluções que foram anunciadas outrora, é uma situação que parece longe de chegar ao fim.

 

Dos variados investimentos feitos em consonância com o governo local conta-se a instalação de cinco grupo de geradores que custou aos cofres da cooperação China/Taiwan cerca de 15 milhões de dólares. Em Outubro do ano transacto foi anunciada a intervenção do grupo Efacec, que tem actualmente como principal accionista a Winterfell Industries, empresa detida pela empresária angolana Isabel dos Santos.

 

A intervenção da empresa Efacec resume-se na construção de uma central termoeléctrica no arquipélago de São Tomé com capacidade instalada de seis megawatts, que vai dotar o país com uma capacidade de produção de energia eléctrica de 26 megawatts, contra os 16 megawatts actuais. No entanto, esta nova realidade presumivelmente somente será possível no mês de julho.

 

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