Oportunidades

Oportunidade: startup recruta nativos de língua portuguesa para trabalho online

O futuro está à porta e as startups já o sabem. No caso específico da DefinedCrowd, empresa sediada numa das incubadoras do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UP), o futuro adivinha-se conectado à Inteligência Artificial (IA). É precisamente por isso que se encontra a recrutar 10 mil nativos de língua portuguesa. O melhor de tudo é que não precisa de sair de casa. Se estiver longe do Porto, ou até fora de Portugal, a oportunidade pode servir-lhe à mesma. A única exigência, além da língua, é que usem o sistema operativo móvel da Apple (iOS).

 

O objetivo principal desta startup é melhorar os sistemas de inteligência artificial. Com este recrutamento pretende-se precisamente ajudar nessa melhoria. Tal como refere a descrição da Neevo by DefinedCrowd, plataforma criada para o envolvimento da comunidade neste processo, a inscrição é muito simples: um registo na página é o que basta. Depois, segue-se o trabalho e, claro, o pagamento. Este vídeo pode ajudar a que se inteire de cada passo:

 

 

A primeira tarefa realizada pode render cerca de 4.95US$ (4,35 euros). Esta servirá, também, para determinar a aptidão de quem se candidata. Posteriormente, o pagamento aumenta. Cada tarefa passa a valer 15 dólares (13,19 euros).

 

Tarefas a realizar: quais e para quê?

As tarefas podem variar, mas o fator comum é a sua simplicidade. Identificar o principal tema de um texto, verificar se um áudio corresponde à parte escrita, gravar a leitura de um texto e selecionar elementos solicitados numa determinada imagem são as principais solicitações da DefinedCrowd.

 

nativos de língua portuguesa
Estas são as principais solicitações da startup, que serão apresentadas aos colaboradores (Imagem: Reprodução Neevo by DefinedCrowd)

 

A participação dos nativos de língua portuguesa pode realmente melhorar o futuro da IA. No uso quotidiano da tecnologia, o trabalho online desenvolvido pelos colaboradores pode promover melhorias em assistentes visuais, na tecnologia automóvel, em videojogos, em diagnósticos médicos e em terapias, por exemplo. Podem também ser úteis para a criação de redes domésticas, que ligam as nossas casas aos nossos smartphones, e no desenvolvimento de sistemas mais eficazes para a deteção de fraudes. Tudo isto é possível estando atrás de um computador, a trabalhar no conforto caseiro. Nada mau, não acham?

 

Podem realizar a vossa candidatura aqui.

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