AngolaEconomia

Câmara de Comércio Angola-China já é uma realidade

Leya

 

A recém criada Câmara de Comércio Angola-China veio substituir a antiga Associação de Amizade, criada em 1995 e que era até ao momento o canal de ligação formal entre os empresários de ambos os países. Foi anunciado que a agricultura será o ponto estratégico da parceria entre os empresários, com o combate à redução das importações de produtos alimentares que podem por sua vez, ser produzidos em Angola.

 

O capital e a tecnologia chinesa vão assim encontrar em solo angolano parcerias de grande valor, para que os empresários de ambas as partes possam desenvolver com segurança e transparência os seus negócios. Os empresários angolanos ambicionam usar essa ponte comercial para exportar para o mercado chinês produtos de produção nacional com qualidade reconhecida a fim de auxiliar o país a aumentar os seus recursos em moeda estrangeira.

 

A Câmara de comércio Angola-China também vai ser uma plataforma de capacitação para os seus associados. Os empresários angolanos, por exemplo, poderão fazer cursos de formação técnica como o de mandarim comercial, para multiplicarem as suas chances de sucesso nas suas deslocações empresariais à China.

 

Arnaldo Calado, antigo Presidente do Conselho de Administração da diamantífera angolana, Endiama, será o líder desta nova iniciativa, que fez upgrade na denominação e iniciativas. Recorde-se que o presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, já tinha-se manifestado quanto à necessidade e vontade de empenho em “estreitar as relações com a China”, afirmando que os dois países “têm imensas potencialidades para valorizar” e “podem ir mais longe” na cooperação bilateral.

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