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Lewis Hamilton iguala o número de títulos do seu ídolo Ayrton Senna

Foi em Austin, nos Estados Unidos da América, que o britânico Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, entrou para uma categoria muito restrita dos pilotos de Fórmula 1 que se sagraram tricampeões.

Apesar de ainda faltarem três corridas para o fim da época da principal prova de velocidade automobilística, com a vitória Lewis Hamilton assegurou matematicamente que o título contando com 327 pontos (ganhou dez dos 15 grandes prémios disputados), mais 76 que o alemão Sebastian Vettel e mais 80 que o seu companheiro de equipa, o também alemão Nico Rosberg, que não parece ter ficado muito satisfeito com o resultado do seu colega.

 

 

Esta vitória tem um sabor muito especial para Hamilton, porque o faz igualar o número de títulos mundiais do seu ídolo, o brasileiro Ayrton Senna, considerado o melhor piloto de todos os tempos.

Para mim, é verdadeiramente algo de importante [igualar os títulos de Senna], era o meu ídolo de infância, o meu modelo. Ter três títulos como ele, é algo que nunca pensei ser possível. Em miúdo queria ser campeão do mundo, é de loucos pensar que sou tricampeão” disse o britânico que quando venceu o seu primeiro mundial em 2008, com 23 anos, se tornou o mais novo campeão do mundo de sempre, e o único negro.

(Imagem: Reprodução BBC)
(Imagem: Reprodução BBC)

O terceiro título faz Hamilton entrar numa lista restrita de heróis da velocidade onde constam os brasileiros Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991) e Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987), e ainda o austríaco Niki Lauda (1975, 1977 e 1984), o britânico Jackie Stewart (1969, 1971 e 1973), o australiano Jack Brabham (1959, 1960 e 1966).

Lewis Hamilton vai agora tentar entrar no círculo ainda mais restrito de pilotos com mais de três títulos, onde estão lendas do desporto automóvel como o alemão Sebastian Vettel (4 – 2010, 2011, 2012 e 2013), o francês Alain Prost (4 – 1985, 1986, 1989 e 1993), o argentino Juan Manuel Fangio (5 – 1951, 1954, 1955, 1956 e 1957) e o alemão, (aparentemente) inalcansável, Michael Schumachaer (7 – 1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004).

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