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Com dois títulos mundiais consecutivos, Brasil consolida-se na elite do surf

O ano passado foi o ano de Gabriel Medina este é o ano de Adriano de Sousa, o ‘mineirinho’ que se sagrou campeão mundial de surf (World Surf League).

 

O feito foi conseguido depois de Adriano ter ficado à frente do australiano Mick Fanning no Pipe Masters do Havai, nos Estados Unidos da América, algo que conseguiu depois de nas meias-finais do torneio ter eliminado Mason Ho, um surfista local e ao ter sido ajudado pelo compatriota Gabriel Medina, que eliminou Nick Fanning na outra meia-final, conquistando assim a ‘triple crown’ havaiana, o prémio para quem alcançou os melhor resultado nas três provas daquele estado norte-americano.

 

Queria agradecer a Deus por este momento e dizer que sou crente. Dedico este troféu ao Ricardo. Fiz-lhe uma homenagem no braço [tatuagem], por isso ele estará comigo para sempre, vou carregar a alma dele sempre comigo. Ele é o meu anjo da guarda. Aquela onda que me salvou no final da bateria da segunda fase foi ele que me mandou lá do céu, tenho a certeza disso” disse o recém-coroado campeão ao dedicar o prémio ao seu melhor amigo, assassinado no início do ano.

 

A estória de vida do ‘mineirinho’ é bastante inspiradora, o agora campeão mundial passou sérias dificuldades na sua infância. Foi o irmão militar, que o iniciou no surf como o próprio recordou na hora da consagração “”Comprou-me a primeira prancha por 7 dólares [6, 5 euros] e agora sou campeão mundial! De onde eu vim, agradeço por estar vivo. Eu apanhava ondas para colocar comida em casa”.

 

Leya

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