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Brasileira cria sensor capaz de detectar câncer antes mesmo que os sintomas apareçam

(Imagem: Reprodução Restore Immune Health)

Detectar doenças graves a tempo de agir com eficiência tem sido a motivação principal dos estudos de diagnóstico da atualidade. Para isso, na grande maioria das vezes são necessários exames invasivos, como as biópsias.

Mas a invenção de uma cientista brasileira pode mudar isso em um prazo de até dez anos: Priscila Monteiro Kosaka criou de um sensor revolucionário capaz de identificar doenças como o câncer (cancro), a hepatite e até mesmo o alzheimer antes mesmo de o paciente ter qualquer sintoma.

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(Imagem: Reprodução Instituto de Microelectrónica de Madrid)

 

Para o paciente pouco muda, já que o diagnóstico acontece por meio de um exame de sangue. A revolução está na análise do material, que passa por um nanosensor com sensibilidade cerca de 10 milhões de vezes maior que qualquer outro método existente na atualidade.

Segundo informações do Instituto de Microelectrónica de Madrid (Espanha), onde o estudo foi desenvolvido, a taxa de erro é de 2 em 10 mil casos. A descoberta ainda está em fase de testes, mas o objetivo é que o sensor seja usado rotineiramente em 10 anos.

O nanosensor combina tecnologias para detectar biomarcadores da doença que estejam em baixíssimas concentrações no sangue. “O sangue contém proteínas secretadas por tumores, muitas ainda por descobrir, cuja detecção nas análises de sangue será crucial para o diagnóstico precoce do câncer e para o tratamento personalizado“, explica nota publicada no site da instituição.

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(Imagem: Reprodução Instituto de Microelectrónica de Madrid)

 

O estudo completo foi publicado na revista Nature NanotechnologyClique aqui para ler o estudo na íntegra (em inglês).

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