Sociedade

As crianças refugiadas vivem “Contos Que Não São de Fadas”

Leya

 

A UNICEF, o fundo das Nações Unidas para as crianças, lançou três filmes de animação que contam estórias reais de crianças refugiadas que fugiram de conflitos armados.

 

A série de filmes tem o sugestivo nome “Contos Que Não São de Fadas” (Unfairy Tales, no original, que também se pode traduzir livremente para Contos Injustos) e são uma iniciativa da #actofhumanity.

 

A campanha serve para sensibilizar as pessoas para os dramas sofridos diariamente por crianças afectadas por guerras, e para enfatizar que todas as crianças, sem excepção, têm direito a uma infância segura e a verem as suas necessidades básicas serem respeitadas.

 

“Não importa onde estejam no mundo, quando uma criança refugiada ou migrante chega ao seu destino, isto é o início de uma outra jornada, não o fim do caminho” disse Paloma Escudero, chefe de comunicação da agência humanitária.

 

Uma das histórias que compõem a série, “Ivine e a almofada”, ilustra a saga verdadeira de uma menina de 14 anos. Depois de uma fuga perigosa da Síria, Ivine estabelece-se num campo de refugiados na Alemanha, onde a esperam muitos desafios novos.

 

 

“Malak e o Barco” conta a história de uma menina de sete anos num barco furado.

 

 

A terceira animação, “Mustafa vai dar um Passeio” descreve a história de um menino que depois de deixar a sua casa, se pergunta quem sobrou para ser seu amigo.

 

 

Hoje em dia há, pelo menos, 65 milhões de crianças e jovens deslocados em todo o mundo devido a conflitos armados, para fugir à fome ou devido a condições climatéricas extremas, em busca de uma vida estável e de um lugar a que possam chamar casa.

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