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Cabo-verdiana vence Prémio Mundial da Alimentação 2016

Leya

 

Trata-se de Maria Isabel Andrade, investigadora cabo-verdiana do Centro Internacional da Batata, com sede em Moçambique. Maria Isabel é uma das vencedoras do Prémio Mundial da Alimentação, atribuído em Washington, nos Estados Unidos.

 

A investigadora divide com outros três vencedores – com os colegas Robert Mwanga, Jan Low e Howarth Bouis – o prémio que anualmente distingue investigadores que melhoram a quantidade, a qualidade e a oferta de alimentos em todo o mundo.

 

Maria Andrade destacou-se pelo trabalho de melhorar a batata doce alaranjada, com a vitamina A, garantindo um produto que combate a fome em lugares áridos e também combate doenças, como a cegueira e mortes prematuras em crianças e grávidas.

 

Um estudo publicado no British Journal of Nutrition indica que a batata doce de polpa laranja é eficaz no fornecimento de vitamina A para mulheres e crianças desnutridas em Moçambique, onde a deficiência de vitamina A (VAD) é muito alto.

 

A VAD leva a deficiências na defesa imunológica e lesões oculares que podem causar cegueira e até a morte. A batata doce alaranjada tem sido usada de forma massiva e com sucesso no Ruanda, Burundi, Burkina Faso e Gana.

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