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Crise na Guiné-Bissau: PAIGC admite dissolução do Parlamento

Leya

 

Desde o início do ano, desentendimentos internos impedem que a Assembleia Nacional da Guiné-Bissau se reúna. O parlamento não funciona desde janeiro depois de um grupo de 15 deputados do PAIGC se ter revoltado contra a liderança do partido e de se ter aliado à oposição (PRS) para tentar derrubar o Governo.

 

Na última segunda-feira (9 de maio), Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, voltou a defender a dissolução do Parlamento e a convocação de eleições antecipadas como uma saída para a crise política no país.

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Em comunicado oficial, o PAIGC e cinco partidos aliados referiu que o presidente, José Mário Vaz, “está refém do grupo criado por ele próprio”, movido por “interesses pessoais, impondo ao chefe de Estado a assinatura do decreto de demissão do governo e entrega do poder ao PRS e aos 15”.

 

José Mário Vaz demitiu em agosto de 2015 um primeiro governo do PAIGC liderado por Domingos Simões Pereira, ao qual sucedeu o atual executivo liderado por Carlos Correia.

 

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