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Por Todas Elas: brasileiras e portuguesas marcham contra a cultura do estupro

Leya

 

Milhares de mulheres se uniram num movimento contra a cultura do estupro nesta quarta-feira (1 de junho) em várias cidades do Brasil. As manifestações, que receberam o nome “Por Todas Elas”, foram organizadas via redes sociais, foram convocadas após o estupro de uma adolescente no Rio de Janeiro que chocou o país.

(Imagem: Rovena Rosa, Agência Brasil)
(Imagem: Rovena Rosa, Agência Brasil)
(Imagem: Rovena Rosa, Agência Brasil)
(Imagem: Rovena Rosa, Agência Brasil)

– Todos ficamos horrorizados com o que aconteceu esta semana e vim lutar pelos nossos direitos, pelo fim dessa cultura que diz que a culpa é sempre da vítima, principalmente em caso de estupro – relatou à Agência Brasil a estudante Maiara Martins, uma das integrantes da manifestação em São Paulo.

(Imagem: Tomaz Silva Rosa, Agência Brasil)
(Imagem: Tomaz Silva Rosa, Agência Brasil)
(Imagem: Rovena Rosa, Agência Brasil)
(Imagem: Rovena Rosa, Agência Brasil)

Utilizado inicialmente pelo movimento feminista nos Estados Unidos nos anos 70, o termo “cultura do estupro” designa uma série de atitudes da sociedade que culpam as próprias vítimas do abuso e banalizam a violência sexual contra a mulher.

 

Repercussão além-mar

 

O movimento teve expressão também em Portugal, onde centenas de mulheres se reuniram em pelo menos três cidades para expressar o seu apoio à causa em Lisboa, Porto e Coimbra.

(Imagem: Lucas Rohan, via Mídia Ninja)
(Imagem: Lucas Rohan, via Mídia Ninja)
(Imagem: Lucas Rohan, via Mídia Ninja)
(Imagem: Lucas Rohan, via Mídia Ninja)

Em Lisboa, cartazes foram fixados no monumento no centro da Praça da Figueira: “Não à violência sexista”, “Nenhuma agressão sem resposta”, “Chega de violência contra as mulheres” e “Não é não” foram algumas das mensagens.

 

Segundo a Mídia Ninja, o protesto contou com integrantes de diferentes movimentos sociais e partidos políticos portugueses, além de brasileiros que vivem em Lisboa.

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