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Acesso a fontes melhoradas de água potável é ainda utopia em Angola e na Guiné Equatorial

Leya

 

Angola e Guiné Equatorial são dois dos três países do mundo onde menos de metade da população tem acesso a fontes melhoradas de água potável, revelou uma lista elaborada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O relatório em questão apresenta as estatísticas de todos os países no que diz respeito ao acesso a fontes de água potável e a instalações sanitárias melhoradas.

 

No capítulo referente à saúde, a Unicef considera que a população mais afectada consta nas zonas rurais, onde apenas uma ínfima percentagem de angolanos bem como equato-guineenses tem acesso a sistemas como água canalizada.

 

Segundo o governador da província de Luanda afirmou em entrevista à Lusa, estão em curso projetos de ampliação e renovação das estações de tratamento de água, que datam desde a era colonial. De acordo com as previsões, a população poderá ver resolvido o problema da água e com qualidade em 2019,  inicialmente na capital angolana e posteriormente extensível a todo o país.

 

Segundo os dados contido no relatório e divulgados pelo Observador, entre os restantes Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Brasil regista 98% da população abrangida (87% nas zonas rurais); Cabo Verde 92% (87% nas zonas rurais); Guiné-Bissau 79% (60% nas zonas rurais); Moçambique 51% (37% nas zonas rurais); Portugal 100% em todas as zonas; São Tomé e Príncipe 97% (94% nas zonas rurais) e Timor-Leste 72% (61% nas zonas rurais).

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